Glossário

Dança do Ventre

Dança oriental milenar surgida no Egito Antigo com fins ritualísticos, tornou-se mundialmente conhecida após a invasão dos árabes. Chamada primordialmente como Raqs Sharqi, recebeu o nome “Belly Dance” no cinema americano, já com um caráter performático e artístico.


American Tribal Style® (ATS®)

Estilo criado por Carolena Nericcio cuja principal característica é o improviso coordenado em grupo. Para dançar ATS® é necessário conhecer o repertório e as senhas de movimentos, bem como seguir o código de vestimenta e utilizar um estilo de música específico, sendo, normalmente, música folclórica egípcia.


Improvisational Tribal Style (ITS)

Segue o mesmo conceito de ATS®, todavia o estilo pode variar conforme o grupo. Existem métodos desenvolvidos por grupos específicos que foram disseminados no mundo todo, como por exemplo o da cia Unmata.


Tribal Fusion

Conhecida popularmente como uma vertente moderna da dança do ventre, o tribal fusion pode ser definido como uma dança étnica contemporânea por agregar conceitos e movimentos de diferentes estilos de dança. Tornou-se mundialmente conhecido após a turnê Le Serpent Rouge (2007 – 2009) do grupo The Indigo Belly Dance (2003 – 2013), fundado por Rachel Brice e composto também por Mardi Love e Zoe Jakes.


Dark Fusion

O estilo dark traz a expressão teatral, lírica e passional para a dança. Ariellah Aflalo é a principal responsável por trazer a influência dark e gótica na dança do ventre e tribal, sendo uma das integrantes da formação original do The Indigo Belly Dance Company e idealizadora do festival Gothla de fusões dark e teatrais.


Indian Fusion

As fusões com dança clássica indiana, em especial os estilos Odissi e Kathak, são também uma das principais vertentes da dança tribal, tendo seus movimentos incorporados no ATS® e no Tribal Fusion.


Urban Fusion

Movimentos de popping e locking são fortemente incorporados neste estilo, dançado normalmente sob composições musicais que trazem dubstep e beatbox.  

Tribal Brasil

Kilma Farias (PB) foi a primeira dançarina a realizar experimentações, desenvolver e sistematizar o estilo Tribal Brasil junto com a Cia Lunay, que fusiona a dança tribal com danças afro-brasileiras. Em seguida, surgiram outros pesquisadoras na área, como Cibelle Souza (RN) – diretora da Shaman Tribal Co., e Marcelo Justino (SP).