Novo álbum de Abney Park: Nonfiction‏

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O novo álbum de Abney Park já está disponível para download no site da banda. “Nonfiction” conta com 13 faixas, mesclando músicas novas e outras que fizeram parte de outros álbuns:
  1. Ripples Of Epiphany
  2. Can’t Talk About It
  3. In Time
  4. Escape The Ground
  5. I’m Glad I Lost You
  6. Ancient World
  7. Night Train From Saint Petersburg
  8. Proteger Tus Sueños
  9. Not Silent
  10. Away From The Things Of Man
  11. Tricked The Machine
  12. Whole Life Crisis
  13. Victoria
  14. Neither One Lets Go

Sinopse por Robert Brown (vocalista/Captain)

Abney Park, Moscow Russia, 2016.
Voando de volta do Abney Park’s 2016 Europe Tour, eu fiquei doente. A febre me deixou encharcado de suor, não consegui andar com a dor ainda não diagnosticada nas minhas pernas, e uma infecção misteriosa em meus olhos me deixou quase cego. Na verdade, eu mal conseguia abrir os olhos. Tudo o que eu pude fazer durante o voo de dez horas era tomar analgésicos, tentar dormir e ouvir música.
Neste estado eu fiz uma playlist com músicas de Abney Park que era diferente de qualquer outra. Era um verdadeiro álbum, com cancões mais emocionais. Essas canções vieram direto do coração, não estavam escondidas atrás de metáforas ou histórias de ficção, essas canções expunham completamente a alma.
Enquanto ouvia este álbum, entrava e saía do sono, e entrava e saía do sono, e entrava e saía de outra vida. Sonhei comigo no palco com uma banda muito anti-Abney-Park chamada “Nonfiction”. Ao longo dos anos senti uma grande dor pelos comentários que ouvia sobre a minha música, coisas como “é apenas um monte de histórias tolas, certo?”. A verdade é que não é – tudo foi profundamente e dolorosamente arrancado da minha vida. Assim, eu tinha um forte apelo de ser visto pelas minhas músicas e não apenas pelas roupas ou pelos show ultrajantes.
Ao voltar para a casa, a música da banda “Nonfiction” ainda me assombrava. São as músicas do Abney Park entre as músicas. Músicas que não caberiam em um álbum Steampunk, ou um álbum Electroswing, ou Gótico, ou em um álbum Pós-Apocalíptico. É a música da outra banda, de algum universo paralelo em que eu nunca me envolvi em qualquer subcultura, e simplesmente escrevi com o coração.
“Nonfiction” apresenta 13 faixas, algumas que você já ouviu, outras que você não ouviu ainda e algumas que nunca tinham sido liberadas antes de hoje.
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Flying back from Abney Park’s 2016 Europe Tour, I was sick. Fever had me soaked in sweat, a still undiagnosed pain in my legs made it hard to walk, and a mysterious infection in my eyes left me almost completely blind. In fact, I could barely open my eyes at all. All I could do on the ten hour flight was take pain killers, try to sleep, and listen to music.

In this state I put together a playlist of Abney Park music that was unlike any other. It was a collection of the truest, most emotional songs. The songs right from the heart, not hidden behind metaphor, or fictional stories – songs that completely exposed the soul.

And while I listened to this collection, I drifted in and out of sleep, and in an out of another life. I dreamed myself onstage with a very un-Abney-Park band called “Nonfiction”. Over the years I’ve taken great pain from off handed comments about my music, things like “It’s just a bunch of silly stories, right?” The truth is, its not – its all deeply, painfully ripped from my life. So the appeal of being seen for the music, and not just for the outfits or the outrageous shows, is a strong one.

Upon returning home the music of this band “Nonfiction” still haunted me. It’s the Abney Park songs between the songs. Songs that would not fit into a collection of Steampunk, or a collection of Electroswing, or Gothic, or Post Apocalypse music. It’s the music of another band, from some parallel universe in which I had never been involved in any subculture, and simply wrote music from the heart.

“Nonfiction” features 13 songs, some you’ve heard, some you haven’t, and some that have never been released before today.

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Formada em Comunicação e movida pela Dança, Melissa Souza é dançarina, pesquisadora e produtora na área da Dança Tribal, blogueira-criadora do portal Tribal Archive e integrante do Movimento TranscenDance, que realiza intervenções e oficinas em festivais de cultura alternativa.
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